Blog Verde- De olho (Enviado por Liana Melo 16/12/2009)

Blog Verde
De olho nessa tal de sustentabilidade


Enviado por Liana Melo – 16.12.2009| 14h32m
Efeitos do clima atingem economias da América Latina
Faltando apenas dois dias para terminar a COP-15, um novo estudo foi divulgado hoje em Copenhague. Levantamento da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) sinaliza que as mudanças climáticas têm relevância particular para os países da América Latina e do Caribe devido às características socioeconômicas, institucionais e geográficas da região.

O relatório da Cepal analisa que a elevada sensibilidade aos efeitos do clima de atividades econômicas, como a agricultura e o turismo, ressaltam a necessidade de formulação de uma estratégia de desenvolvimento sustentável a longo prazo.

As projeções climáticas para a região neste século indicam que deve haver um aumento gradual e persistente da temperatura média nesses países entre 1ºC e 4ºC num cenário de baixas emissões, e entre 2ºC e 6ºC se houver grandes emissões de gases que provocam o efeito estufa.

Como consequência, segundo divulgou hoje a Rádio ONU, há previsão de mais eventos climáticos extremos. As chuvas devem se intensificar, com alta de 20% na precipitação em países como Equador e Peru, leste da Amazônia e nordeste do Brasil.

O intervalo entre o período de chuvas deverá ser maior, com mais ondas de calor na América Central, aumento do nível do mar e noites com temperaturas mais frias em toda a América Latina, como disse à Rádio ONU, de Brasília, o chefe da Cepal no Brasil, Renato Baumann.

“Esse conjunto de coisas tem implicações para uma série de atividades. Não apenas em termos de tipos de cultivos possíveis nessas regiões, mas particularmente preocupante os problemas de saúde que possam vir associados a essa mudança. Uma ampliação de área de atuação de doenças tipicamente tropicais como malária e dengue”, afirmou.

As alterações climáticas ainda irão provocar, segundo o relatório, pressões adicionais sobre recursos hídricos do Brasil, Argentina, Chile, Equador e Peru.

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Enviado por Liana Melo – 15.12.2009| 18h39m
ONU emite 1,7 milhão de toneladas de dióxido de carbono por ano
As Nações Unidas anunciaram hoje em Copenhague, onde está sendo realizada da COP-15, sua própria pegada de carbono: 1,7 milhão de toneladas de dióxido de carbono por ano. Mais da metade dessa quantidade é proveniente das missões de paz.

A divulgação é o primeiro passo, divulgou a Rádio ONU, para a instituição reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa.
O trabalho foi coordenado pelo Grupo de Gestão Ambiental da organização e cobre as emissões produzidas pelas várias agências das Nações Unidas, a sede em Nova York e as operações de manutenção de paz e humanitárias no terreno.

O relatório foi preparado em resposta à determinação manifestada pelo Secretário-Geral, Ban Ki-moon, de transformar as Nações Unidas numa organização ecologicamente correta.

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Enviado por Liana Melo – 15.12.2009| 17h08m
Banho, um dos rituais mais poluidores do Japão
Deu no jornal espanhol El País, que o governo do Japão está tentando reduzir o consumo energético e a emissão de CO2 do hábito diário dos japoneses. Abaixo a matéria na íntegra:

A maioria dos japoneses fica atônita quando lhes explicam que em muitos países que sofrem períodos de seca, como a Espanha, se realizam campanhas que animam os habitantes a tomar duchas em vez de banhos. “Isso no Japão seria impensável”, explica Rika Furuya, funcionária pública de 36 anos. Todas as noites Furuya toma uma ducha quente, esfregando o corpo com sabão. Depois de limpa, enche a banheira até a borda com água fervendo e nela mergulha durante meia hora para relaxar. É assim que funciona o costume japonês do banho diário, uma tradição secular desenvolvida a partir de práticas xintoístas e budistas, que no século 21 contribuem para o aquecimento do planeta.

Jovens japonesas relaxam em casa de banho em Tóquio. Dados do Ministério do Meio Ambiente japonês indicam que aquecer água é a atividade que mais consome energia em cada residência: 39% do total. Mas o povo do país ainda resiste à ideia de mudar o hábito ancestral de tomar banhos

Para os japoneses é difícil acreditar que esse hábito relaxante, que consideram muito benéfico para a saúde – e que contribui para sua notória longevidade -, possa prejudicar o ecossistema. Mas dados do Ministério do Meio Ambiente japonês indicam que aquecer água é a atividade que mais consome energia em cada residência: 39% do total.

Isso vem a representar uma parte importante dos 166 milhões de toneladas de CO2 que cada família emite por ano no Japão (13% do total do país), segundo números de 2005. Como se fosse pouco, esses mesmos dados também indicam que as emissões das residências dispararam em relação a 1990, aumentando 30%.

“Se a água não escalda, não é um banho japonês de verdade”, explica Furuya. Sua casa, como a maioria neste país, utiliza uma caldeira para o banho. A conta do gás é acessível no Japão, e por isso, segundo um estudo do Ministério do Meio Ambiente de 2008, seus cidadãos não têm consciência real do que consomem.

Como o hábito nacional do banho está muito longe de ser questionado, o governo anterior, do Partido Liberal Democrata, iniciou campanhas de sensibilização, animando as famílias a tomar duchas durante menos tempo e a compartilhar a mesma água da banheira. Também se incentivou o uso da energia solar térmica – cuja instalação é muito cara – para aquecer água ou o de medidores eletrônicos que indicam o consumo e seu custo e alertam sobre desperdícios. Estes últimos são cada vez mais populares, embora nem tanto quanto as bombas de calor elétricas de alto rendimento, o chamado sistema EcoCute, que reduz em 30% o consumo e 50% as emissões. Conferência do Clima COP15

Embora o custo do sistema continue alto (cada bomba custa cerca de 3.800 euros), o governo anterior assumiu como objetivo a instalação financiada de 5,2 milhões de aparelhos em residências e estabelecimentos comerciais até 2010. Foram vendidas 2 milhões de unidades.

O novo governo do primeiro-ministro Yukio Hatoyama, que prometeu reduzir as emissões em 25% até 2020 em relação a 1990, está estudando aplicar um maior tributo às energias menos limpas. A medida representaria um menor desperdício nos lares. Mas também ameaçaria fazer desaparecer toda uma instituição nacional que são as casas de banhos públicos, chamadas “sento”, tremendamente populares no Japão. Elas são frequentadas inclusive pelos que têm banheira em casa, porque são um importante foco de sociabilização. Muitas “sento” ainda utilizam combustíveis fósseis para aquecer suas enormes banheiras, e por isso sua sobrevivência pode estar ameaçada.

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Enviado por Liana Melo – 14.12.2009| 15h00m
Acordo beneficia áreas ricas em biodiversidade
Benefícios ambientais e econômicos múltiplos devem ser alcançados se houver investimento simultâneo em locais ricos em carbono e biodiversidade. Isto só acontecerá se for firmado um acordo em Copenhague para o financiamento da redução das emissões resultantes de desmatamento.

Essa é a principal conclusão de um estudo divulgado hoje pelo Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma) elaborado em parceria com diversas organizações, entre elas a universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha, e o instituto Gaea do Rio.

Mas o relatório alerta para os desafios em países como o Brasil e partes da África Oriental se medidas de proteção não forem seguidas, divulgou hoje a Rádio ONU.

Isso porque o financiamento ao Programa da ONU de Redução de Emissões de Deflorestação e Degradação de Florestas, o UN-Redd, pode também deslocar e intensificar atividades como a agricultura em áreas com menor concentração de carbono, mas igualmente ricas em biodiversidade.

O pesquisador da Universidade de East Anglia, Bernardo Strassburg, principal autor do estudo, disse à Rádio ONU, de Copenhague, que nessas regiões, como o cerrado brasileiro, é preciso implementar programas conjuntos.

“Nessas áreas o Redd pode funcionar como co-financiamento. Então tem um investimento em biodiversidade, de proteção de conservação e o Redd entra como um adicional para proteger essas áreas. Se não houver o co-financiamento o cerrado e outras regiões de menor teor de carbono podem ficar até mais ameaçadas num mundo pós-Redd”, afirmou.

O UN-Redd foi lançado em setembro do ano passado pelo Secretário-Geral, Ban Ki-moon, para combater mudanças climáticas através da criação de incentivos para inverter o ritmo de deflorestação no mundo.

Segundo dados da ONU, a destruição de florestas contribui com cerca de 20% dos gases que causam o efeito estufa na atmosfera. Trata-se da segunda maior fonte desses gases depois do setor energético.

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Enviado por Liana Melo – 14.12.2009| 14h46m
Pnuma lança atlas europeu das mudanças do clima
O Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma) lançou Copenhague, em parceria com o Agência Europeia de Meio-Ambiente, um atlas sobre os impactos provocados pelas mudanças climáticas em partes da Europa.

Batizado de ‘Atlas Europeu das Mudanças do Meio-Ambiente e Comunidades do Clima’, o documento apresenta vídeos e fotos com imagens via satélite feitas em 15 países da região.

Um dos locais analisados é o leste da Georgia, fortemente afetado pela secagem dos campos agrícolas devido à destruição de quebra-ventos e pelo aumento da temperatura em décadas recentes. Fotos tiradas num intervalo de 20 anos mostram as mudanças na paisagem, segundo divulgou hoje a Rádio ONU.

O atlas também traz histórias positivas sobre iniciativas locais de combate às alterações do clima. É o caso de uma fazenda italiana da Toscana que trabalha com o conceito verde desde o preparo do solo até a embalagem dos produtos, como vinho, azeite de oliva, tomates e queijo.

O diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, disse que o atlas já existe em países da África e agora deve ajudar a Europa a refletir, realizar mudanças nas políticas do setor e ações entre governos.

As imagens da Agência Espacial Europeia e outras instituições podem ser vistas pela internet, num site lançado pelo Pnuma junto com um DVD.

Aos interessados em conhecer o trabalho, vale acessar o site http://environmental-atlas.cloudapp.net

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Enviado por Liana Melo – 11.12.2009| 15h02m
Festival mostra efeitos do clima sobre população indígena
Enquanto líderes mundiais tentam chegar a um acordo para substituir o protocolo de Kyoto, a Universidade das Nações Unidas (UNU) promove em Copenhague um festival de cinema sobre comunidades indígenas.

O evento, que está sendo realizado no Museu Nacional da Dinamarca, termina no domingo. Até lá será possível assisitr filmes com histórias desses habitantes e as evidências locais dos impactos reais das alterações climáticas.

Os vídeos revelam que a vida da população indígena vem sendo afetada de forma dramática, alguns perdem suas casas, fontes de subsistência, culturas e o ecossistema no qual dependem.

Segundo divulgou a Rádio ONU, 22 vídeos de países como Austrália, Perú e Etiópia participam do festival, dos quais 15 deles podem ser vistos no site da Universidade das Nações Unidas ou pelo YouTube.

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Enviado por Liana Melo – 11.12.2009| 14h38m
Site monitora planos de combate aos efeitos do clima
Pessoas em todos os cantos do mundo podem a partir de acompanhar as promessas e planos dos países no combate às alterações climáticas graças a um site na internet criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

O site online, que é atualizado à medida que novas propostas são feitas durante a conferência de Copenhague, compara e consolida todas as promessas nacionais feitas até agora, divulgou hoje a Rádio ONU.

Um comunicado da agência da ONU divulgado hoje em Copenhague indica que o grande objetivo científico das atuais conversações é alcançar um consenso sobre um aumento da temperatura não superior a 2ºC, comparado a níveis pré-industriais.

Especialistas estimam que isto só será possível se os gases que provocam o efeito estufa forem reduzidos para o equivalente a 44 bilhões de toneladas até o ano 2020.

O diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, disse que a partir de agora qualquer pessoa pode acompanhar, a partir do conforto da sua casa, os planos e políticas de governos na área de combate ao aquecimento global.

O site tem atualmente promessas e propostas dos 27 Estados membros da União Europeia e de mais 25 países, incluindo a China, Índia, Maldivas e África do Sul.

A agência da ONU revela que o mundo vai conseguir reduções de 47,5 bilhões de toneladas até 2020 se as promessas mais ambiciosas contidas atualmente no site forem concretizadas.

Aos interessados, o endereço do site é www.unep.org/climatepledges

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Enviado por Liana Melo – 10.12.2009| 16h09m
ONGs defendem Redd na COP-15
Organizações não governamentais do Brasil, Estados Unidos, França e Indonésia apresentaram hoje na COP-15 estudos que demonstram ser possível implementar mecanismos de pagamento para manter a floresta em pé, conhecido como REDD (sigla em inglês para redução de emissões de desmatamento e degradação florestal).

Os representantes das ONGs enfatizaram que o sucesso de REDD dependerá da ampla disponibilização de dados frequentes sobre a situação das florestas e também da avaliação e monitoramento da situação da governança dos recursos florestais.

Carlos Souza Jr, pesquisador sênior do Imazon, demonstrou o modelo desenvolvido por sua equipe para monitorar as emissões de carbono de desmatamento e degradação florestal:

_ Além de monitorar mensalmente a área desmatada e degradada, já é possível também monitorarmos as emissões de carbono provocadas por esses dois fenômenos com a mesma frequência.

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Enviado por Liana Melo – 10.12.2009| 15h19m
Metade das emissões de gases estufa no Brasil vem da pecuária
Estudo elaborado por dez cientistas brasileiros revela que as emissões de gases estufa da pecuária bovina no período entre 2003 e 2008 para os biomas Amazônia e Cerrado variam entre pelo menos 813 milhões de toneladas de CO2-equivalente em 2008 (menor valor) e pelo menos 1,090 Gigatonelada de CO2e em 2003 (maior valor).

O estudo vai ser lançado na COP-15 no próximo dia 12.

A emissão total associada à pecuária da Amazônia varia entre 499 e 775 milhões de toneladas de CO2e, e do Cerrado, entre 229 e 231 milhões de toneladas de CO2e. No resto do país, as emissões do setor variam entre 84 e 87 milhões de toneladas de CO2e. Em termos gerais, os números representam praticamente a metade das emissões de gases de efeito estufa no Brasil.

Participaram do estudo os pesquisadores Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (INPE) e Roberto Smeraldi (Amigos da Terra – Amazônia Brasileira) e com a participação de Alexandre de Siqueira Pinto (UnB), Ana Paula Dutra de Aguiar (INPE), Jean P.H. Ometto (INPE), Karla Longo (INPE), Laerte Guimarães Ferreira (UFG), Luís Gustavo Barioni (EMBRAPA), Peter May (Amigos da Terra – Amazônia Brasileira).

De acordo com o estudo, a maior contribuição às emissões da pecuária se deve ao desmatamento para formação de novas pastagens na Amazônia, que atinge em média 3/4 do total do desmatamento neste bioma. No Cerrado, os pesquisadores detectaram que cerca de 56% do desmatamento no período resultaram também em implantação de novas pastagens.

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Enviado por Tulio Brandão – 8.12.2009| 22h54m
Rio terá ônibus híbrido em janeiro
O Rio começa a testar no mês que vem o seu primeiro ônibus híbrido, movido a eletricidade e a diesel. A dica é do amigo do Blog Verde e repórter de primeira Paulo Marqueiro: o protótipo, fabricado no Brasil, deverá operar, com passageiros, claro, numa das linhas circulares da Zona Sul da cidade, acompanhado de um ônibus-sombra convencional, que fará o mesmo percurso, no mesmo horário, para poder comparar os desempenhos.

Hoje, os ônibus híbridos são uma tendência na Europa e nos Estados Unidos. Londres promete trocar toda a sua frota para as Olimpíadas de 2012. Em Nova York, os híbridos também ganham terreno rapidamente. De modo geral, eles funcionam da seguinte forma: quando a carga da bateria acaba, ele passa a rodar com o motor a diesel, que serve para carregar novamente a bateria. Quem já experimentou diz que é um sucesso. Silencioso, confortável, econômico e, acima de tudo, menos poluente. A Fetranspor, que paticipa do projeto em parceria com outras empresas, já pensa até em usar, mais à frente, biodiesel e etanol combinados com eletricidade.

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Enviado por Tulio Brandão – 8.12.2009| 22h08m
Evento discute resíduos do pós-consumo

O Ministério Público e representantes da indústria e do comércio participarão, amanhã e quinta-feira, do Seminário sobre Responsabilidade Ambiental Pós-consumo, no Rio, para discutir a questão dos resíduos sólidos no país. O evento, que começa às 9h, será realizado no Auditório da Procuradoria-Geral da Justiça, no Ministério Público do Rio (Avenida Marechal Câmara, 370, 9o. andar, Centro). As incrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.abrampa.org.br/seminarioposconsumo

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Enviado por Liana Melo – 7.12.2009| 15h40m
Copenhague: é preciso agir agora para reduzir emissões
A COP-15 começou com os países participantes fazendo um apelo urgente para ações de combate às alterações do clima.

O presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), Rajendra Pachauri, disse na abertura do encontro, que vai durar 12 dias, que os custos para o aquecimento global ficarão mais altos com o passar do tempo e por isso é preciso agir agora.

O secretário-executivo da Convenção da ONU sobre Mudança Climática, Yvo de Boer, ressaltou três medidas necessárias, como a implementação imediata de ações para redução dos poluentes, compromissos ambiciosos e uma visão a longo prazo de baixas emissões para todos.

Yvo de Boer disse que nunca nos últimos 17 anos de negociações sobre o clima, tantos países diferentes fizeram tantas promessas juntos. Ele afirmou que há um momento político sem precedentes para um novo acordo.

A presidente da Conferência da ONU, Ministra do Meio-ambiente e de Energia da Dinamarca, Connie Hedegaard, afirmou que Copenhague será uma cidade com três ‘Cs’: cooperação, compromisso e consenso. Ela lembrou que agora é a hora para capturar o momento e se a oportunidade for perdida não haverá outra melhor.

O IPCC alerta que para reduzir os piores efeitos da mudança climática, nações industrializadas devem cortar suas emissões entre 25% e 40% até 2020 e que as emissões globais devem cair pela metade até 2050.

Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma) divulgado na véspera do início da convenção, revela que os países participantes podem estar mais perto de um acordo do que pensam observadores internacionais.

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Enviado por Liana Melo – 5.12.2009| 13h30m
‘Expresso Climático’ se une a trem do Pnuma em Copenhague
Está previsto para chegar hoje a Dinamarca o ‘Trem para Copenhague’, depois de partir de Kyoto, no Japão, onde foi assinado o primeiro protocolo internacional sobre o corte de emissões de gases que provocam o aquecimento global. A viagem demorou um mês.

A viagem foi organizada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma), com o objetivo de estimular um novo acordo e chamar a atenção dos países para o impacto dos meios de transporte no ambiente.

O trem passou pela Sibéria, Moscou, Berlim e Bruxelas, onde deve acompanhar outro trem na última etapa do trajeto, ‘O Expresso Climático’, movido por energia 100% renovável, divulgou hoje a Rádio ONU.

Mais de 400 negociadores, líderes, ativistas ambientais e jornalistas estarão à bordo do ‘Expresso Climático’, incluindo o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner.

Steiner já havia declarado que a sociedade não irá a lugar nenhum se continuar investindo apenas em estradas e veículos privados.

Dados levantados pelo Pnuma dão conta de o setor de transportes é responsável por mais de 1/5 das emissões de carbono do planeta, número que pode dobrar nos próximos 40 anos.

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Enviado por Liana Melo – 5.12.2009| 12h46m
Contagem regressiva para a COP-15
Falta apenas um dia para a Conferência do Clima. O Brasil pretende chegar na COP-15 com um exército de pouco mais de 700 delegados. É gente à beça e a maioria pratrocinada pelos cofres públicos. A chefe da superdelegação é a ministra Dilma Rousseff, que já deu mostras claras de que, no mínimo, não é simpática ao tema.

O BLOG VERDE vai acompanhar às discussões à distância e aproveita, às vésperas da conferência, para antecipar o tamanho da responsabilidade histórica dos países, já que está em jogo quem vai pagar a conta dos cortes das emissões.

China e Estados Unidos lideram a lista dos grandes emissores. Os chineses emitem 6.283 milhões de toneladas de CO2 e já se comprometeram a promover cortes significativos até 2020. Os americanos jogam na atmosfera 6.006 milhões de CO2 e, por enquanto, se comprometeram com cortes de apenas 3% a 5% em relação às emissões de 1990.

No ranking dos grandes emissores, a Rússia ocupa a terceira posição, a Índia a quarta e o Japão a quinta, com emissões de toneladas de CO2 de 1.672 milhões, 1.400 milhões e 1.262 milhões, respectivamente.

O Brasil, que pretende chegar à COP-15 anunciando cortes expressivos no desmatamento, o principal telhado de vidro do país, emite 397 milhões de toneladas de CO2.

O palco da discussões não poderia ser mais adequado: Copenhague, uma cidade turbinada por energia eólica e ciclista pedalando pelas ruas. A capital da Dinamarca é, sem dúvida, um dos exemplos mais acabados e comprometidos do que se significa uma economia de baixo carbono.

Seja lá qual for o resultado da COP-15, que só termina dia 18, os próximos dias serão decisivos. Caberá aos líderes mundiais a decisão final. Agora só resta esperar para ver o vai acontecer e cruzar os dedos, porque o risco de o encontro não mudar substancialmente a situação é grande.

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Enviado por Liana Melo – 4.12.2009| 19h44m
Acordo fraco em Copenhague afeta direitos humanos
Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas emitiram hoje um comunicado conjunto às vésperas da COP-15, onde alertam que, enquanto há um consenso crescente quanto aos impactos provocados pelo aquecimento global, as sérias ameaças ao pleno exercício dos direitos humanos ainda precisam ser propriamente entendidas e identificadas nesse contexto.

O comunicado ressalta que um fraco resultado das negociações sobre as mudanças climáticas representa um perigo aos direitos das pessoas, divulgou hoje a Rádio ONU.

Medidas de adaptação ou mitigação, como a promoção de fontes de energia alternativa, conservação de florestas, projetos para o plantio de árvores e reassentamento devem ser desenvolvidas de acordo com as normas de direitos humanos.

Ainda segundo o estudo, indivíduos e comunidades afetadas devem participar do desenvolvimento desses projetos, sobretudo porque os efeitos das alterações climáticas são sentidos com mais força nos países pobres.

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Enviado por Tulio Brandão – 4.12.2009| 17h04m
Evento:

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Enviado por Tulio Brandão – 4.12.2009| 16h10m
Unesco vai fechar os escritórios regionais do Brasil
A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) vai fechar seus escritórios regionais no Brasil até o fim do ano. Há filiais, chamadas de escritórios-antena, no Rio, em Cuiabá, em Porto Alegre, em Salvador e em São Paulo. Alguns funcionários contam que foram pegos de surpresa com a decisão, já que projetos e financiamentos ainda estão em andamento.

A Unesco apoia projetos na área de ciências naturais, educação, cultura, comunicação, ciências humanas e sociais e informação. Cerca de 30 funcionários serão demitidos com o fechamento dos cinco escritórios. A Unesco teria fechado suas antenas por questões financeiras e por pretender rever o modelo brasileiro de gestão da entidade. A ideia, segundo funcionários, seria centralizar tudo em Brasília, onde fica a sede.

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Enviado por Liana Melo – 4.12.2009| 13h55m
Pequenos embaixadores encaminham carta aos líderes da COP-15
Faltando dois dias para a COP-15, terminou hoje na Dinamarca o “Fórum Climático das Crianças”, organizado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O Fórum reuniu durante uma semana 164 crianças, denominadas “Embaixadores do Clima”. O encontro foi organizado para se discutir os desafios relacionados ao aquecimento global. O encontro contou com a prsença de pequenos embaixadores, de 44 países, inclusive o Brasil.

O documento do encontro será entregue a Connie Hedegaard, presidente da Conferência da ONU sobre Mudança Climática, que, por sua, apresentará a carta das crianças na COP-15.

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Enviado por Liana Melo – 4.12.2009| 10h17m
Fim do desmatamento na Amazônia pode custar até US$ 18 bi
Um novo artigo na revista Science publicado hoje calcula os esforços combinados dos compromissos do governo e do mercado para salvar a Amazônia e reduzir as emissões de carbono no Brasil. O estudo estima que entre US$ 6,5 bilhões a US$ 18 bilhões serão necessários para zerar o desmatamento, de 2010 a 2020. Isto pode significar uma redução de 2% a 5% das emissões globais de dióxido de carbono.

O Relatório de Políticas do Fórum, intitulado “O Fim do Desmatamento na Amazônia brasileira” foi escrito por contribuintes do Woods Hole Research Center, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Universidade Federal de Minas Gerais, a Aliança da Terra, Environmental Defense Fund , Universidade da Flórida, Universidad Rey Juan Carlos, e da Universidade Federal do Pará.

Para atingir as metas apontadas no relatório seriam necessários melhor a aplicação da legislação ambiental e estimular os investimentos na gestão de áreas protegidas. Esta estimativa utiliza também um sofisticado modelo econômico da região amazônica e estima e mapeia o valor dos lucros das perdas de gado e agricultura de soja que estão associados com a conservação da floresta.

Segundo Daniel Nepstad, cientista sênior do Woods Hole Research Center e principal autor do estudo, “as forças do mercado e vontade política do Brasil estão a convergir em uma oportunidade sem precedentes para acabar com o desmatamento na Amazônia brasileira, com 80% de floresta em pé”, publicou hoje o Ipam.

O Brasil reduziu os índices de desmatamento em 64% desde 2005. Esta realização notável foi possível através de uma repressão pelo governo sobre atividades ilegais na região. Essa redução nos índices também foi influenciada por uma retração da pecuária e das indústrias de soja e um esforço crescente para excluir desmatadores dos mercados de soja e de carne. O artigo descreve como o Brasil poderia consolidar estes progressos para acabar com o desmatamento da floresta até o ano 2020 e os recursos adicionais que serão necessários para atingir esse objetivo.

Ainda segundo o estudo, o Brasil emergiu como uma das nações mais avançadas do mundo em assumir compromissos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa no âmbito das negociações do clima das Nações Unidas. Em dezembro de 2008, esta nação declarou que iria reduzir o desmatamento para 20% abaixo de seu nível histórico até 2020. A posição do Brasil entrando em Copenhague, na próxima semana, quando as negociações climáticas devem culminar em um novo acordo climático, pode ser ainda mais progressiva.

Paulo Moutinho, Coordenador do Programa de Mudanças Climáticas do IPAM, no Brasil, e cientista do WHRC, afirma: "O Brasil foi, durante muitos anos, o país que disse que os países ricos devem liderar o desenvolvimento de uma solução para as alterações climáticas. Agora o Brasil está mostrando tal liderança ".

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Enviado por Tulio Brandão – 3.12.2009| 22h25m
Evento:

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Enviado por Liana Melo – 3.12.2009| 19h31m
Fundo Amazônia aprova três projetos às vésperas da COP-15
O projeto ‘Municípios Verdes’, da ONG Imazon é dos três projetos aprovados hoje pelo Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA) para receber financeiros. A aprovação ocorre às vésperas da COP-15.

O projeto vai receber R$ 12 milhões, que será distribuído para diversos municípios do Pará. O objetivo é monitorar e fazer o cadastramento ambiental rural das propriedades e promover a adequação ambiental das atividades rurais e madeireira na região.

Outro projeto é O da ONG The National Conservation (TNC), que vai receber R$ 16 milhes, para recuperar áreas degradas, fazer o zoneamento ecológico-econômico das cidades de Mato Grosso, inclusive aqueles situados nas proximidades do Arco do Desmatamento.

O terceiro projeto a ser beneficiado pelos recursos do Fundo Amazônia Sustentável é do próprio governo do Amazonas, que vai receber R$ 20 milhõesa. O recurso será revertido em pagamento por serviços ambientais às comunidades extrativistas, seringueiros e quilombolas para estimular a recomposição de áreas ambientais degradadas.

O Fundo, gerido pelo BNDES, conta com recursos da ordem de R$ 150 milhões.

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Enviado por Liana Melo – 3.12.2009| 17h03m
MMA quer atacar desertificação com pacto nacional
Começa amanhã em Recide, a primeira reunião preparatória do Encontro Nacional de Enfrentamento da Desertificação. A organização é do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

O objetivo do encontro é a assinatura do Pacto pelo Desenvolvimento Sustentável do Semiárido.

Durante a reunião haverá a apresentação do modelo de construção do Programa de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca de Pernambuco (PAE/PE), bem como a identificação do marco legal e institucional necessário à implementação do programa pernambucano, que servirá de referência a outros estados participantes, como Piauí, Alagoas e Sergipe.

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Enviado por Liana Melo – 3.12.2009| 16h29m
Ibama apreende 1,3 mil m3 de madeira no Pará

O Ibama apreendeu duas balsas com cerca de 1,3 mil m³ de madeira retirada irregularmente da floresta Amazônica, quantidade que seria suficiente para encher 52 caminhões. A apreensão foi feita hoje no município de Óbidos, no oeste do Pará.

Com 65 m de comprimento cada, as embarcações levavam pelo rio Amazonas dezenas de toras de espécies como jatobá, angelim, ipê e maçaranduba para abastecer o mercado ilegal em Belém, na capital paraense.

As balsas e o empurrador, avaliados em R$ 2 milhões, também foram apreendidos. Além de poder perder os bens utilizados no crime ambiental, o proprietário foi multado em R$ 390 mil.

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Enviado por Liana Melo – 3.12.2009| 15h06m
OIT lança estudo sobre empregos verdes no Brasil
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil lança hoje o estudo inédito “Empregos Verdes no Brasil: quantos são? Onde estão? Como evoluirão nos próximos anos?”.

O estudo prevê a geração de pelo menos 20 milhões de novos postos até 2030. Ou seja, 12 milhões apenas na indústria de bioenergia, onde o Brasil é um dos principais players.

O resultado econômico dessas mudanças será um mercado global de serviços e produtos “verdes” de cerca de US$ 2,74 bilhões.

De acordo com o relatório, o rápido crescimento do interesse por energias alternativas terá um impacto significativo na criação de empregos “verdes” no mundo nos próximos anos.

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Enviado por Liana Melo – 3.12.2009| 15h01m
Pesquisa aponta emissão de gases dos correios no mundo
Serviços de correios nos 191 países membros da União Postal Universal (UPU) produziram cerca de 26 milhões de toneladas de gases que provocam o efeito estufa, em 2008.

A conclusão faz parte da primeira pesquisa feita pela agência da ONU e divulgada hoje em Berna, na Suiça.

Empregando mais de cinco 5 milhões de pessoas, operando uma rede global de cerca de 600 mil edifícios e quase um milhão de veículos de transporte, a UPU concluiu que os correios representam a maior rede física de distribuição no planeta.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estima o total anual de emissões no mundo em cerca de 38 bilhões de toneladas. Isto significa que as operações de correios produzem menos de 1% desses gases.

Mesmo assim, o diretor-geral da UPU., Edouard Dayan, pediu aos serviços de correiros para reduzirem as emissões e melhorarem as suas receitas, divulgou a Rádio ONU.

Muitos correios já usam práticas ecologicamente corretas, com milhares de funcionários distribuindo cartas a pé ou de bicicleta.

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Enviado por Tulio Brandão – 2.12.2009| 22h10m
Livro: “Manual de sobrevivência do ciclista urbano”
A aventura de andar de bicicleta pelo Rio muitas vezes não é compatível apenas com o simples cumprimento do Código Brasileiro de Trânsito. Para ensinar o carioca a driblar, sem perder o equilíbrio e cair na ilegalidade, os perigos das ruas da cidade, o designer Sérgio Magalhães lança nesta quinta-feira, às 19h, na ONG Recicloteca (Rua Paissandu, 362, Laranjeiras) o Manual de Sobrevivência do Ciclista Urbano. Adepto das magrelas desde garoto, Magalhães — homônimo do ex-secretário municipal de Habitação — decidiu apresentar os atalhos do ciclista na cidade depois de passar, ele mesmo, vários apertos.

Ele explica, por exemplo, que é preciso ampliar o máximo possível o campo de visão. Outra dica, que parece óbvia, é se distanciar o máximo que o ciclista puder dos ônibus.

— Perto dos ônibus, somos como um mosquito. Um peteleco e estamos fora de circulação. É preciso ter consciência da sua própria fraqueza.

A lei de trânsito obriga o motorista dos veículos maiores a manter uma distância de um metro e meio do ciclista que está próximo do acostamento. Como praticamente ninguém respeita essa regra, o usuário
da bicicleta tem de andar com a atenção redobrada.

— A parte de ciclismo do Código Brasileiro de Trânsito não é regulamentada, não é aplicada. O livro propõe que se discuta essas questões novamente. Mandam, por exemplo, andar na faixa à direita. Mas às vezes a esquerda é a mais adequada.

O manual ensina ainda regras de convivência com outros veículos e, sobretudo, com pedestres. E recomenda fortemente o uso de acessórios de segurança, como refletores, lanternas, espenho retrovisor
e buzina.

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Enviado por Liana Melo – 2.12.2009| 14h34m
PUC-SP discute mudança climática
A PUC-SP se une a instituições de ensino superior européias e asiáticas para discutir o pensamento atual e as tendências futuras na gestão da inovação, na economia do conhecimento e nos modelos de negócios emergentes, focados em particular na promoção do desenvolvimento sustentável.

O encontro começa na próxima terça e vai até o dia 10. Especialistas de cerca de 30 países vão participar da 6ª edição do International Conference on Innovation and Management (Congresso Internacional em Inovação e Gerenciamento, ICIM 2009), que será realizado no auditório da PUC, o Tuca.

O evento ocorre concomitantemente à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (Cop15), na Dinamarca.

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Enviado por Tulio Brandão – 27.11.2009| 12h37m
Alerj cobra respostas da Servatis
O deputado André Lazaroni, presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), marcou nova audiência pública em Resende para pressionar a Servatis, indústria que despejou o pesticida Endosulfan no Rio Paraíba do Sul há um ano, por medidas compensatórias:

- Farei outra audiência sobre assunto porque até agora não tomamos conhecimento de soluções. Isso é um absurdo! A Servatis não recuperou a mata ciliar, não indenizou os 1.200 pescadores locais, não repovoou o rio com peixes, alguns de espécies raras e não pagou as multas ambientais – afirma o deputado.

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Enviado por Tulio Brandão – 26.11.2009| 22h25m
PUC quer se tornar universidade sustentável
A PUC-Rio vai lançar, no dia 4 de dezembro, uma agenda ambiental, com ações de curto, médio e longo prazo para ser transformar efetivamente numa universidade sustentável. Os projetos e metas foram desenvolvidos por um grupo de professores, alunos e pesquisadores durante um ano. Na cerimônia de lançamento da agenda ambiental, às 10h30m, serão plantadas 15 árvores nativas da Mata Atlântica.

Postado 8 meses atrás por Ismar J. F. Nascimento | Permalink | 1 comentário

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